POLÍTICA

Só era manha!
Pulou, gritou, chorou, plantou bananeira, mas, só foi manha. Depois do show,
que rendeu na quase desfiliação do PR, João Trajano resolveu pensar melhor.
E, é claro que aceitou ser vice na Chapa de Dalva Figueiredo (PT). Afinal, o
santo da Dalva é mais forte. É aquele que tem um dedinho a menos.



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 19h50
[] [envie esta mensagem] []



 

VOLUNTARIADO

 

 

Seama Comunidade recruta voluntários

Joicilene Santos

Começa em junho os preparativos para o programa que oferta qualificação gratuita a comunidade. O Seama Comunidade é realizado através do apoio de voluntários e está com inscrições abertas para pessoas interessadas em compartilhar seus conhecimentos com comunidade.

 O evento ocorre pelo menos duas vezes ao ano e nesta edição acontecerá de 14 a 18 de julho, em quatro pontos diferentes, Sebrae, Faculdade Seama, Centro Comunitário Arco-íris e Hospital da Criança de do Adolescente. Para a realização dos cursos e atividades lúdicas o projeto conta com o apoio voluntário de estudantes, professores e comunidade em geral.

 “As atividades desenvolvidas, neste período, fazem parte do Programa Seama Comunidade. Desta forma, As propostas encaminhadas não são apenas a de oportunizar a qualificação para a comunidade; como também, um momento de troca, de compartilhar a construção de saberes entre a Instituição e a comunidade. Assim, venha participar conosco deste momento ímpar como voluntário; envie sua proposta de curso, oficina, palestra ou qualquer outra atividade, e tenha a certeza, os resultados são incalculáveis, explica a coordenadora do Programa, Ana Lídia Alves.

O programa engloba cursos diferenciados que vão desde informática a língua estrangeira. A última edição ofertou mais de 15 cursos, o ponto alto do evento foi o curso “Internet para terceira idade”, que possibilitou novos olhares sob o mundo.

 

 Seja voluntário

 Se você quer participar do Programa Seama Comunidade e compartilhar seus conhecimentos na aplicação de cursos, palestras ou oficinas basta comparecer na Faculdade Seama e trazer sua proposta. O projeto deve ser entregue na coordenação de extensão da Seama. Os voluntários receberão certificado de participação e não terão nem despesas com a aplicação das atividades.

 

Serviço:

Seama Comunidade

 Contato: 2101 5254

 



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 11h40
[] [envie esta mensagem] []



CONVITE



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 15h21
[] [envie esta mensagem] []



INDICAÇÃO DE LIVRO

 

O Destino do Jornal

 

O "jornalista de jornal" Lourival Sant'Anna defendeu nesta terça-feira (24/06) a dissertação de mestrado na USP, sobre o futuro dos diários no País, a partir da observação e análise dos jornais O Globo, Estadão e Folha de S.Paulo. Ele afirma que ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, o jornal não vai acabar no Brasil. "O ato de ler no papel vai permanecer".

O trabalho rendeu o livro, "O Destino do Jornal", a ser lançado em São Paulo na próxima segunda (30/06).

O Jornalista acredita que para o jornal continuar vai precisar de uma nova roupagem. "O jornal terá de partir para a interpretação, análise e narração dos fatos que o leitor já soube no dia anterior pelo rádio, TV ou internet", afirmou. O jornal, segundo o repórter, irá se aproximar da revista, mas terá a vantagem de sair diariamente, porém com tiragem menor e tamanho reduzido. O texto terá de ser melhor. "Um texto de ótima qualidade", ressaltou, "sem precisa ser chato, sisudo ou muito longo".

 

Repórter do Estadão há 18 anos, Sant'Anna diferencia a interpretação que o jornal deve fazer da mera opinião. "O jornalismo imparcial, idôneo está acabando", disse. Ele lembra que os blogs, por exemplo, trazem comentários a partir da informação apurada por outros meios de comunicação.

 

Jornal x Internet

O jornalista Lourival Sant'Anna não vê incompatibilidade entre o jornalismo no papel ou na tela do computador. Diz, no entanto, que sempre que a informação for escrita por um jornalista será "mais crível". "Há uma crise de credibilidade na internet", disse o repórter do Estadão.

 

 

"O Destino do Jornal: A Folha de S. Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo na sociedade da informação", por Lourival Sant'Anna.

Editora Record

Preço: R$ 40,00

272 páginas

* O livro também pode ser adquirido pelo email: mdireto@record.com.br.

Fonte: http://www.comunique-se.com.br

 



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 15h17
[] [envie esta mensagem] []



ABRIL, RECORD E BAND FAZEM MANIFESTO CONTRA GLOBO.

  

 Em mais um capítulo na disputa pela distribuição de canais na TV por assinatura, os grupos Abril, Record e Bandeirantes preparam um manifesto contra o "monopólio" da Globo. De acordo com o colunista Daniel Castro, da Folha de S. Paulo, os grupos reclamam de barreiras para a distribuição de seus canais. A Globo, por meio das operadoras Net e Sky, detem 76% do mercado nacional.

 

Apesar de apoiar o PL-29, o documento proporá mudanças. Pela redação atual, o PL-29 obriga a distribuição de dez canais nacionais no pacote básico das operadoras. Para os grupos Abril, Record e Bandeirantes, isso favorece a Globo, que ocuparia sete dessas vagas. Cada um deles quer ocupar dois canais.

 

Em entrevista à Folha, o diretor-geral da Globosat negou as acusações de monopólio e afirmou que a Globo não tem poder de veto no conteúdo da Sky. Também considerou “absurda” a proposta de mudança na PL-29: “Estão pleiteando que o conteúdo deles seja distribuído por decreto, não por competência”.

 

Fonte: http://www.comunique-se.com.br



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 11h23
[] [envie esta mensagem] []



DESMATAMENTO ZERO!!!



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 11h06
[] [envie esta mensagem] []



ARTIGO 

 

Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor.

 

Por Maria Helena Masquetti*

Le Monde diplomatique Brasil**

 

Carinho é gostoso, tapa é ruim. De quantas pesquisas necessitamos para ter certeza disso? Lembrando Belchior em uma outra música, não precisamos que nos digam de que lado nasce o sol porque bate lá nosso coração — e a esperança de um futuro melhor para nossas crianças.

 

Amor próprio e consumismo dificilmente combinam. Quem sabe o que é melhor para si não espera que lhe digam o que desejar. Já, quem consome por impulso, aceita que outros lhe imponham um desejo não genuinamente seu. Essa imposição acontece quando a pessoa é induzida, desde cedo, a abrir mão do próprio desejo a fim de atender o de outro. Porém, por mais que os pais se limitem a desejar que os filhos expressem suas próprias capacidades, dividem hoje a educação dos pequenos com uma outra autoridade: a comunicação mercadológica, cujo objetivo é impor o desejo consumista principalmente nas mentes mais jovens. Sob pena de se sentirem excluídos de seu meio social, crianças e adolescentes são induzidos a consumir produtos, serviços e idéias prontas. “Só falta você”, “Não fique fora dessa”, ”Todo mundo está usando”. Convocações como essas têm como endereço certo a necessidade natural das crianças em pertencer a um grupo. Tentando acalmar esta aflição infantil, muitos pais também se confundem frente ao bombardeio midiático.

 

Como nos clichês dos filmes sobre vampiros, em que a vítima constata que todos os familiares foram igualmente mordidos, os pais se deparam em todos os canais da mídia com a mesma legitimação do absurdo. Temendo se sentirem ultrapassados, passam a duvidar da importância de sua firmeza na educação dos filhos. Para a comunicação mercadológica, meta alcançada. Filmes, novelas, programas de auditório e até os noticiários, nada escapa ao contágio da febre consumista. Nada, incluindo a música. “Um tapinha não dói”, “Dança do créu”, “Tapa na cara” e outras produções do chamado gênero funk encabeçam a lista de músicas vazias de respeito e carregadas de desprezo e violência, principalmente contra as mulheres.

 

Há poucos dias, uma decisão judicial reconheceu a ofensa explícita em “Um tapinha não dói”. Ao todo, foram sete anos de espera pelo veredicto. Apesar da demora, tanto o acatamento da denúncia como a respectiva multa de quinhentos mil reais aplicada aos autores, significam que ainda temos chances de reverter esta penetração nefasta da comunicação mercadológica em nossas vidas. E significam também que não basta uma mensagem repercutir na mídia para ser boa. Os pais precisam acreditar no que sabem e proteger os filhos. Quando uma menina se põe a dançar e a repetir um refrão desse tipo, mostra o quanto a humilhação e a violência estão sendo banalizadas dentro dela, enquanto os autores da afronta embolsam fortunas por milhões de CDs vendidos. É difícil conter a pergunta: “Quem está orientando essa garota?” Embora não vejamos seu rosto, sabemos que esta doutrina desequilibrada provém de uma indústria de entretenimento que há muito vem atropelando a ética, deturpando a educação e aviltando a infância.

 

Sob a orientação perversa da ganância comercial, crianças e adolescentes entram na dança frenética do “E daí, o que é quem tem?”. E ao som de refrões repulsivos, aprendem sobre sua sexualidade literalmente no tapa. Fossem tais palavras de ordem dirigidas apenas a adultos – com juízo crítico formado – os danos talvez seriam menores. Mas não é de hoje que as crianças estão sendo abordadas como adultos para benefício das vendas. Há mais de duas décadas, Neil Postman já alertava: “O novo ambiente midiático que está surgindo fornece a todos, simultaneamente, a mesma informação. Dadas as condições que acabo de descrever, a mídia eletrônica acha impossível reter quaisquer segredos. Sem segredos, evidentemente, não pode haver uma coisa como infância”.

 

Na busca da felicidade inalcançável, sempre tão perto dos olhos e distante da realidade de cada um, as pessoas tendem a consumir mais e mais. Sendo assim, que importa aos loucos por lucro que as crianças e os adolescentes se encaminhem para relacionamentos perversos; para a gravidez precoce ou para a degradação de seus sonhos? Se não importa a eles, deve importar à sociedade. A natureza nada entende de subterfúgios para a obtenção do prazer, muito menos de ataques explícitos à feminilidade. Sua especialidade é o equilíbrio e a temperança. Para tanto, ela determinou que, no período entre a segunda infância e a adolescência, ocultaria das crianças os impulsos de ordem sexual que elas ainda não podem compreender nem administrar, devido à sua imaturidade física e mental.

 

Esse período, ao qual a psicanálise chamou de Latência, é um tempo providencial por permitir às crianças o alcance da maturidade genital e a construção das barreiras psíquicas necessárias ao controle dos impulsos. Enquanto isso, elas brincam, criam e canalizam a produção da energia ligada ao interesse sexual para sua socialização e aprendizagem. Freud explicou isso também: “As influências externas da sedução são capazes de provocar interrupções do período de Latência ou mesmo sua cessação e, neste sentido, o instinto sexual das crianças se revela, na verdade, perverso e polimorfo; parece, além do mais, que qualquer atividade sexual prematura desta ordem diminui a educabilidade da criança”. Se adultos conscientes incluem em sua relação sexual a violência e a humilhação, provém da história de cada um. Deixemos, portanto, às crianças o direito de desenvolverem em paz sua sexualidade com a perspectiva de não machucarem nem a si nem a ninguém.

 

"A idéia surgiu num dia em que dei um `tapinha corretivo’ em minha filha e ela retrucou: `Pai, um tapinha não dói’”, eis a explicação do autor aos jornais. “Sua boca vou beijar, tô visando tua bundinha, maluquinho prá apertar”, eis um trecho da música. Difícil saber o que dói mais ouvir. É preciso distinguir liberdade de expressão de liberdade para ofender ou para abusar da imaturidade de crianças e adolescentes, roubando-lhes a infância e a dignidade. Primitivos todos fomos um dia, mas para que, afinal, lutamos para evoluir? A viabilidade da vida em comunidade depende do acordo mútuo que estabelecemos, em algum lugar do nosso passado, para controlar nossos impulsos. Quem já participou de uma reunião de condomínio sabe por que elas geralmente não são tão confortáveis. Uma coisa é um morador achar prazeroso pular de tênis na piscina, outra é os demais concordarem. Estabelecer regras de convivência não é fácil, no entanto é imprescindível.

 

De todas as formas de comunicação, a música é a expressão cultural que mais conservou sua dignidade. Pelo menos até levar esses tapas na cara. Era o código para denunciar arbitrariedades, expor paixões e, menos do que machucar, ela tentava lamber nossas feridas. O deboche e a inversão dos valores ficavam por conta das marchinhas de carnaval que, mesmo assim, por se enquadrarem em tal contexto de folia passageira, confessavam sua obediência aos limites éticos e morais. Carinho é gostoso, tapa é ruim. De quantas pesquisas necessitamos para ter certeza disso? Lembrando Belchior em uma outra música, dessas que não doem nada, mas ajudam a pensar melhor, não precisamos que nos digam de que lado nasce o sol porque bate lá nosso coração e a esperança de um futuro melhor para nossas crianças.

 

*Maria Helena Masquetti é psicóloga clínica e atua no Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana. Formada anteriormente em Comunicação Social foi, durante 12 anos, redatora publicitária.

 

Este artigo foi publicado originalmente no Le Monde diplomatique Brasil, em 28 de maio de 2008.

 



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 10h53
[] [envie esta mensagem] []



EDUCAÇÃO

 

*'*'* Prêmio Sócio-Educando *'*'*

                      

Estão abertas, até o dia 18 de julho, as inscrições para a terceiria edição do prêmio Sócio-Educando, cujo objetivo principal é agraciar e dar visibilidade a experiências pioneiras e promissoras de execução de medidas socioeducativas a adolescentes em conflito com a lei. A iniciativa é fruto da parceria entre o Instituto Latino Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud/Brasi), a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi).

 

Podem se inscrever profissionais e instituições que atuam na área, em cinco diferentes categorias: acesso à Justiça; execução de medidas em meio aberto; execução de medidas em meio fechado; municipalização do atendimento socioeducativo; e produção de conhecimento. A categoria "produção de conhecimento" está aberta para projetos acadêmicos e visa a incluir iniciativas de pessoas físicas.

 

As inscrições devem ser feitas pela internet, no site www.socioeducando.org.br. Interessados/as deverão preencher uma ficha com a categoria em que o projeto, programa ou pesquisa se enquadra. Efetuada esta primeira parte da inscrição, será apresentado um roteiro com informações específicas a serem enviadas, por correio, à Comissão Organizadora do Prêmio.

 

 

*~*~* Prêmio Von Martius *~*~*

 

Estão abertas, até 26 de setembro, as inscrições para o Prêmio Von Martius de Sustentabilidade 2008. A iniciativa reconhece projetos de todo o Brasil, concluídos ou em realização, que promovam o desenvolvimento econômico, social e cultural, alinhado com o conceito de desenvolvimento sustentável. Podem participar empresas, instituições públicas ou privadas, indivíduos e organizações não-governamentais. As categorias do prêmio são: humanidade, tecnologia e natureza. As inscrições devem ser feitas pelo site www.premiovonmartius.com.br.

 

Fonte: www.rets.org.br



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 10h05
[] [envie esta mensagem] []



POLÍTICA

Coração partido.

Com o coração partido, João Trajano, ex-secretário de Obras da PMM, foi para seu terreno, no interior do Estado, organizar as idéias. Trajano está fora da disputa pela prefeitura de Macapá, ele levou uma rasteira do seu partido (PR), que apoiará a candidata Dalva Figueiredo (PT).  Após a desilusão, Trajano entregou a presidência do diretório municipal, e está fora do partido.



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 10h25
[] [envie esta mensagem] []



POLÍTICA

TRE-AP intensifica fiscalização contra propaganda eleitoral irregular

Dione Amaral

De acordo com o calendário eleitoral, os partidos políticos e candidatos, só poderão realizar propaganda eleitoral a partir do dia 06 de julho de 2008. No entanto, o TRE-AP vem recebendo denúncias de candidatos que tentam infringir a lei.

A Justiça Eleitoral do Amapá formou uma comissão de fiscalização de propaganda eleitoral que irá atuar de forma intensiva a partir de julho. Outra medida é a criação do telefone 0800 280 9905 para recebimento de denúncias. “Solicitamos que a população entre em contato com o TRE, que irá apurar as denúncias que chegarem por telefone ou pelo site do Tribunal”, aconselha o presidente do TRE-AP, Carmo Antonio.

Responsabilidade

A 10ª zona eleitoral, responsável pela fiscalização da propaganda eleitoral, já recebeu inúmeras denúncias. Formalizados, estão em tramite dois processos contra dois candidatos a prefeitos. Se penalizados, terão que pagar uma multa que varia entre R$ 21.282,00 e R$ 53.205,00 ou equivalente ao custo da propaganda, se este for maior. “Além da multa, os candidatos correm o risco de não concorrer às eleições”, destaca o presidente.

Será considerado propaganda eleitoral extemporânea todo e qualquer ato que promova, antecipadamente, candidato ou pretenso candidato tais como: confecção e distribuição de adesivos com o nome de prováveis candidatos, bem como fazendo alusão a partidos políticos com a mesma finalidade, confecção e distribuição de materiais impressos (folhetos e volantes), camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou qualquer bem ou material que possa proporcionar vantagem ao eleitor.

Confira outros tipos de infrações de propaganda eleitorais

- Reuniões, jantares, almoços, cafés da manhã

- Uso de alto-falantes ou amplificadores de som

- Comício ou showmício

- Veiculação de propaganda em bens de uso comum

- Utilização de outdoor

- Veiculação de matéria

- Mensagens nos meios de comunicação na forma de agradecimento, parabenização ou outro meio subliminar;

- Doar, oferecer, prometer ou entregar ao eleitor, bem como vantagem pessoal ou de qualquer natureza; entre outras práticas.



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 10h07
[] [envie esta mensagem] []



CULTURA AÇÃO

Sesi realizará mostra de dança no dia 26 de junho.

O evento, que será no Malocão apresentará o trabalho de dança desenvolvido com as alunas da escolinha de Ballet do SESI no primeiro semestre.

O Serviço Social da Indústria (SESI-DR/AP), entidade vinculada a Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP) realizará no dia 26 de junho, Mostra de Dança, com o espetáculo de dança “Vida de Estudante”. O evento acontecerá no Malocão do SESI, a partir das 19h, A proposta da Mostra é apresentar o trabalho de dança desenvolvido com as alunas da Escolinha de Ballet do SESI no primeiro semestre, bem como prepará-las para a apresentação que acontecerá no final deste ano.

A Escolinha de Ballet do SESI foi criada em 1993. Atualmente atende aos alunos da Escola Visconde de Mauá, dependentes de industriários e crianças da comunidade. Nesta edição da Mostra de Dança, 120 crianças protagonizarão momentos de muita beleza e emoção.

A entrada é franca, porém os ingressos terão número limitado. O Malocão do SESI fica localizado na Rua Desidério Antônio Coelho - Trem.

Fonte: www.correaneto.com.br



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 09h59
[] [envie esta mensagem] []



FIQUE POR DENTRO!

 

Nova turma para o curso de roteiro e produção de curta metragem

 

Devido a grande procura para o curso de roteiro e produção, o Sesc abre uma nova turma para o mês de julho (a noite e finais de semana), com inscrições já abertas a partir de hoje, 20/06. Vagas limitadas.

  

Período do curso:

 

24 e 25/07 das 18h às 22h

 

26 /07 das 08h às 12h e das 14h às 18h

 

27/07 das 08h às 12h

  

Ministrantes: Ivan Carlo Oliveira* e Alexandre Brito**

 

*Mestre em comunicação pela Universidade Metodista em S. Paulo especialista em artes Visuais pelo SENAC.

 

**Graduado em jornalismo pela UFPA, Especialista em Artes Visuais e Coordenador do FIM (Festival de Imagem em Movimento)

 

 As inscrições podem ser feitas na Central de Atendimentos do Sesc Araxá, horário comercial, ao preço de R$3.00 para comerciário e R$5.00 para usuário.

  Informações 3241-4440, ramal 204

 

Juliana Coutinho

SESC - Serviço Social do Comércio

COMAR - Coordenação de Comunicação e Marketing

(0xx96) 3241-4440 - Ramal 235

(0xx96) 9112-1145

 



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 09h52
[] [envie esta mensagem] []



CULTURA AÇÃO

Direto do Corrêa Neto.

O Amapá e o teatro experimental: considerações sobre a peça Cerejas Amargas.

Adalberto Júnior Ferreira Paz ¹

É provável que ao assistir ao espetáculo Cerejas Amargas, encenado pela Companhia Supernova, no Teatro Porão do Sesc Araxá, o espectador desavisado se sinta de alguma forma, impactado, ou para dizer o mínimo, desajustado.

Em primeiro lugar porque não se pode dizer que se vá simplesmente “assistir à peça”, pois, a própria disposição dos lugares destinados ao público impede a concepção cômoda e conformada de quem observa algo, sem nunca se envolver. Segundo, porque, não bastasse a originalidade do layout do espetáculo, a intensidade das interpretações e uma estranha empatia com cada personagem, há uma perturbação que nos arrasta, quase involuntariamente, não somente para o interior da trama, mas, principalmente, ao íntimo de nós mesmos, àquilo que muitas vezes preferimos ocultar.

Inspirada no universo literário da escritora inglesa Virgínia Woolf, Cerejas Amargas consegue captar, transmitir e provocar, toda a carga de angústia inerente à existência humana, através de uma estória interpretada, no total, por seis personagens: uma gueixa, uma noviça e uma viúva, cada uma vivendo um conflito pessoal, instigadas por personagens que representam não indivíduos ou pessoas, mas, princípios básicos da vida, como a morte, a memória e o desejo.

Dessa forma, Cerejas Amargas tem o mérito de estar em consonância com a tenacidade da crítica presente na obra de Woolf, que em seus primeiros trabalhos buscava questionar todo o triunfante moralismo burguês da Era vitoriana, metódico e vigilante, não só dos costumes, mas também das artes. Ao mesmo tempo, a peça é uma incursão pela mente conturbada da autora, que também era esquizofrênica e afirmou em sua carta-suicídio que não agüentava mais “ouvir vozes” que a impediam de ter uma vida normal ao lado do marido, a quem ela fez questão de declarar absoluto amor e gratidão em seus momentos derradeiros.

A atmosfera do espetáculo é elaborada através de uma cenografia e figurino que mais sugerem do que revelam, criando um ambiente que os espectadores também ajudam a compor, conscientemente ou não, e que nos deixa a tarefa de construirmos, nós mesmos, uma interpretação particular de tudo o que nos é oferecido.

Cerejas Amargas lida com o não-óbvio, com o não-revelado, com o improvável, mas ainda assim, com o plausível e aguardado. Justamente porque fala, entre outras coisas, da complexidade e da insatisfação, tão típicos da condição humana.

Por último, deve-se registrar a competência e o êxito demonstrados pela Companhia Supernova de Teatro Experimental na montagem da peça, escrita em conjunto por seus membros, utilizando a técnica de fluxo de pensamento, concebida pela própria escritora Virgínia Woolf, e que consiste basicamente na captação das idéias de cada integrante, para depois, estabelecer entre elas uma coerência textual única.

O Amapá demonstra que possui talentos dignos de reconhecimento e respeito em qualquer lugar e que a Amazônia não é apenas exótica pela natureza, mas também pela excepcionalidade de seus autores, atores, intelectuais e artistas de modo geral. Basta apenas vontade e apoio, seja ele público ou privado. Acreditar no potencial local e institucionalizar essa prática são, com toda certeza, pré-requisitos para o sucesso das atividades artístico-culturais dentro e fora do Estado.

E, para quem ainda duvida, que vá assistir ao espetáculo e veja por si só.

 ¹Professor de História da rede pública estadual e municipal. Bacharel e licenciado pleno em História pela Unifap.



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 09h43
[] [envie esta mensagem] []



SÃO JOÃO

 

 

Era uma vez São João....

 

O “Psiu” era o marcador de quadrilha mais importante do Laguinho, tamanha celebridade não era por ser o melhor, mas sim o mais presepeiro. De voz grave, o negro Anacleto não combinava com seu corpo franzino. De canela fina e esbranquiçada de poeira, (até hoje no Laguinho pede-se uma cerveja “canela do Psiu”) tinha ainda o jeito engraçado  e cheio de pose de dar os comandos, além de geralmente antes do ensaio já ter passado pelo Tio Duca, Tabelão ou Pau da Marreca, botecos mais conhecidos do bairro. Não lembro de ter visto alguma quadrilha do Psiu se apresentando, mas que era o mais conhecido isso ninguém nega.

Tinha o “anarriê”, “balanciê”, “olha a chuva”, “é mentira”, “olha o formigueiro”, “também é mentira”, sem contar o serrote, maresia, mas o mais esperado, era a dança do beijo e da vassoura. A primeira por ser o momento de dar e ganhar bitocas e a outra pra dançar na roda com o par de nossa escolha. Os ensaios começavam no mês de maio pra alegria da molecada. No meio da rua, os pares se organizavam do menor para o maior pra ensaiar ao som do Rei do Baião e refrões de “olha pro céu meu amor, vê como ele tá lindo”. Os ensaios eram muito bons pra namorar, os sortudos tinham seu paquera ou pretendente como par, aí era a glória, dois meses de mãos dadas, todas as noites, era muita felicidade!

As roupas não precisavam ser todas iguais, cada um vinha como queria, ou podia. As moças de vestido de chita, os “cortes” eram comprados no Rei da Roupa ou Pernambucanas, enfeitados com rendas, fitas, fitilhos e patichouli, estes podiam ser encontrados no Bazar Brasil, Armarinho Colorado, Variedades ou Moderninha. Na cabeça, chapéu de palha com fita e flores de plástico na beirada. Nos pés, sapato com meia simples ou meia- calça. Pra caracterizar mais faltava só a maquiagem, essa sim era exagerada, muito batom, sombra, pó compacto e não podia esquecer as pintas e sinais feitos com lápis de olho.  Para os rapazes era mais simples, calça enfeitada com retalhos, camisa de chita, chapéu, e pra fazer o bigode bastava um pedaço de carvão ou rolha queimada. Era coleta pra comida, mutirão pra fazer bandeirinha de revista e arrumar a rua. Na festa, a quadrilha era atração principal, mas também tinha a escolha da miss caipira. As brincadeiras eram a pescaria, onde os prêmios não passavam de lápis e bonecas ou carrinhos de plásticos, quebra-pote e o pau-de-sebo. Mas isso era brincadeira de criança, pros maiores o bom era a “cadeia do amor” e o “correio sentimental”. Ótima oportunidade de se declarar e ter a chance de arrumar um namorado, o pior que podia acontecer era levar um fora e servir de chacota até o final do ano.

Na Mãe Luzia os ensaios eram esperados ansiosamente, foi o tempo de inocentes namoros e outros nem tanto. A minha madrinha Virgínia, que faleceu no ano passado, aproveitava pra reunir a molecada no aniversário de seu filho Pururuca (“aquele” Pururuca!) e nos dias dos santos. Depois de comer, íamos para a frente da casa passar fogueira, todos viravam compadre e comadre. Quando a fogueira chegava ao final cada um corria pra pegar em casa qualquer pedaço de carne, frango ou charque pra ser assado na brasa. Depois foi a vez dos meus filhos curtirem as festas de São João e como o Pedro Caio faz aniversário em junho, eu acabava passando o mês todo envolvida com bandeirinhas, foguetinhos, mingau e cocada. Foi tanta festa com o mesmo tema que o Caio chegou a pedir um aniversário “normal”, com brigadeiro e canudinhos em vez de beijo-de-moça e pé-de-moleque.

Há alguns anos não vejo mais quadrilhas tradicionais. Todas são uma mistura de feira agropecuária com carnaval e natal. Claro que as inovações são necessárias mas o que vi na UNA foge de qualquer conceito da cultura junina. São dezenas de “Grupos de Aproveitamento Folclóricos” que fazem da festa um comércio. Não sei quanto vale o prêmio, mas deve ser bom. Todos os grupos recebem um bom “incentivo” do Governo do Estado e Prefeitura. Cada um destes patrocinadores organiza o seu festival. No da Prefeitura a Federação que organiza a festa estava cobrando R$ 2,00 pra quem quisesse ver os grupos. Uma vez lá dentro não dá pra acreditar. Roupas de cetim e outros tecidos nobres, alcochoados, tanto brilho, lantejoulas e plumas que olhando de longe dava a impressão de estarmos no carnaval. Como diz a música mais tocada, “só tem gente que brilha na minha quadrilha”. Palha e chita são coisas do passado.

No único dia em que fui, vi coisas inacreditáveis. Um grupo mostrou uma quadrilha do futuro, roupas prateadas e (absurdo!) pisca-pisca nas roupas (tá vendo como tem natal?). Não sei se foi essa ou outra que fez uma homenagem ao Mestre Biroba (coitado). Além dos “hits” de Alcimar Monteiro, tocado em praticamente todas apresentações, teve rock, funk, brega e creu!. Ah, pra não ser tão chata e injusta devo admitir que escutei algum forró e vi um cangaceiro, estilizado, mas era um cangaceiro! Os jurados recebem cachês e o resultado nunca agrada. Em anos anteriores teve coordenador e jurados que tinham que andar com seguranças depois de serem ameaçados e levar tapas na nuca pra aprender a julgar direito.  A proprietária de um estabelecimento próximo à UNA disse que após uma das brigas um rapaz esfaqueado e sangrando veio cair em sua porta. É quadrilha de quê, mesmo? Em alguns dias a festa acabou 6:00 da manhã.

Lembro que “no meu tempo” quando acabavam as festas juninas já estávamos animados para o Macapá Verão com suas filas imensas na Veiga Cabral pro ônibus de Fazendinha e na volta às aulas (aleluia!), preparativos para os desfiles de 7 e 13 de setembro. Por falar nisso, mesmo tendo participado inúmeras vezes da Banda do IETA e ser uma saudosista de carteirinha, fico um pouco aliviada por não ter mais a competição das bandas. Já pensou? Seria vez do Mestre Oscar se revirar.

  

Mariléia Maciel

 



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 09h18
[] [envie esta mensagem] []



HISTÓRIA DOS PAPARAZZI

Mostra berlinense traz história da fotografia indiscreta.

 

Uma exposição no museu de fotografia de Berlim mostra a história dos paparazzi, os fotógrafos indiscretos que saem à caça de celebridades.

A mostra inclui cerca de 350 fotografias indiscretas de celebridades como Mick Jagger, Arnold Schwarzenegger e Marlon Brando, e também de desconhecidos.

O museu berlinense mostra como a demanda por fotos de pessoas famosas levou cada vez mais fotógrafos a perseguir personalidades e retratá-las em momentos íntimos. Segundo os organizadores, a partir dos anos 60 e 70 os paparazzi se tornaram parte inevitável da vida das celebridades.

No entanto, a existência de paparazzi não é um fenômeno tão moderno assim.A mostra traz, por exemplo, uma fotografia de 1931 retratando o então ministro das Relações Exteriores da França, Aristide Briand, em reunião privada. Essa fotografia foi feita por Erich Salomon, considerado um dos primeiros paparazzi. O nome da mostra, Pigozzi e os Paparazzi, homenageia um outro pioneiro, o fotógrafo Jean Pigozzi.

 

 

Cantor Mick Jagger com Arnold Schwarzenegger.

 

Foto de Helmut Newton encenada no estilo Paparazzi.

A exposição na Alemanha mostra que os fotógrafos indiscretos acabaram

influenciando a moda e a fotografia artística.

 

O príncipe Albert, de Mônaco e a princesa Caroline em uma limusine em 1977.

Ao centro, o príncipe Charles, da Inglaterra. A realeza sempre foi um dos alvos preferidos dos paparazzi.

Foto: Daniel Angeli, cortesia Agence Angeli.

 

http://www.bbcbrasil.com.br/



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 00h59
[] [envie esta mensagem] []



ADEUS, VISCONDE!

 

No seu sorriso estava a inocência de uma criança.

Com humor leve, sem apelações, o ator André Valli, que interpretou durante 10 anos o Visconde de Sabugosa,

conseguia levar alegria para crianças de todas as idades.

Com um cenário mágico, que aguçava a vontade de sonhar, personagens cativantes e um texto baseado nas fábulas de Monteiro Lobato,

o Sítio do Pica-Pau amarelo marcou a fase de ouro dos programas infantis.

Adeus, Visconde! Você será imortal!

 

** ** ** ** ** ** ** **

 

Sítio do Pica-Pau amarelo

 

Marmelada de banana, bananada de goiaba

Goiabada de marmelo

Sítio do Pica-Pau amarelo

Sítio do Pica-Pau amarelo

 

Boneca de pano é gente, sabugo de milho é gente

O sol nascente é tão belo

Sítio do Pica-Pau amarelo

Sítio do Pica-Pau amarelo

 

Rios de prata, pirata

Vôo sideral na mata, universo paralelo

Sítio do Pica-Pau amarelo

Sítio do Pica-Pau amarelo

 

No país da fantasia, num estado de euforia

Cidade polichinelo

Sítio do Pica-Pau amarelo



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 00h17
[] [envie esta mensagem] []



O COTONETE

 

 

Prezados leitores, peço desculpa pela ausência.

Fui vítima de um acidente doméstico, porém já estou gozando de plena saúde.

O acontecido daria uma excelente crônica, quase inacreditável.

Em resumo, lesionei o meu tímpano direito com um simpático cotonete, nada muito grave, só o suficiente para ficar uma semana na cama.

Fico devendo os detalhe sórdidos do ocorrido.

Continuem acessando!

Grande abraço!

Kelly Paulino.



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 23h39
[] [envie esta mensagem] []



ISSO SÓ ACONTECE AQUI!

 

 

Deu no Jornal Nacional.

 

O Amapá foi notícia no Jornal Nacional, mas, isso não é motivo de orgulho, a notícia não foi das melhores.

Retratava a situação da saúde pública no Brasil, e citou o exemplo do Estado Tucuju,

que possui apenas quatro mamógrafos, sendo que dois não funcionam, o motivo pelo não funcionamento, não foi esclarecido.



Escrito por Kelly Paulino- Caneta de Prata às 23h12
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]





Meu perfil
BRASIL, AMAPA, MACAPA, Mulher


Histórico
Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis
Correa Neto
Walter Junior
Raul Mareco
Luiz Carlos Azenha
Eduardo Guimarães
Desenrola
Luciana Capiberibe
Zé Carlos
Dito Polular
NCPAM- Núcleo de Cultura Política do Amazonas
Zona do Zico
Idéias de Jeca-tatu
Alcinéa Cavalcante
Programa Café com Notícia
Chico Terra
INTERAGINDO
Chico Bruno
Luciana Capiberibe
Kibe Loco
Meca da Notícia
Greenpeace
Mundo Sustentavel
Revista do Terceiro Setor
Ministério Público do Amapá
Além do Release - Dulcivânia
Orquestra Primavera